Hoje, logo pela manhã, assisti a uma cena que quase me fez parar o carro em plena via pública, tal não foi a irritação que me causou.
Eu conto:
Em plena Av. Calouste Gulbenkian, quase a chegar à Praça de Espanha, seguia atrás de um automóvel que já me vinha a mexer com os nervos há uma série de tempo. O condutor parecia ocupado com qualquer coisa que o impedia de tomar atenção à estrada. Quase saiu da faixa por duas vezes, travou várias vezes sem qualquer razão aparente, de tal forma que tive de me concentrar a 200% para não me espetar no inergumene. Graças à minha absoluta concentração, reparei que o "animal" (peço desculpa aos animais) se debruçava para apanhar qualquer coisa enquanto conduzia. Ao mesmo tempo, virava-se para trás para falar (agitadamente) com alguém, que depois reparei que era uma criança!
Eis senão quando, abre a janela do seu carro topo de gama e atira um saco plástico pela janela fora!
Sim... disse bem... O senhor conduzia uma viatura topo de gama, pressupostamente seria alguém bem instalado na vida, possivelmente com um nível de formação superior. Incrível, não é?!
Mas o pior é que a criança que seguia atrás apercebeu-se do que o homem ía fazer, abriu a janela e debruçou-se para apanhar o saco... Ao perceber a tentativa da criança, o condutor trava mais uma vez, mas agora a fundo. Quase aconteceu um acidente, que poderia ter tido consequências terríveis.
Como é possível que coisas destas aconteçam ainda hoje?
Como é que a consciência de certas pessoas não pesa quando se cometem crimes como este?
Como é possível que uma pessoa possa viver tão alheada da realidade?
Como é que alguém com formação, conhecimento, consegue ser tão irresponsável?
Hoje foi um dia de azar para o ambiente, mas também para o imbecil do condutor que me irritou logo de manhã. Porquê?
Porque alguns metros mais à frente ultrapassei-o. Estava encostado à berma e tinha acabado de sofrer uma quebra no vidro.
Não resisti a dar uma risada de hiena!
E fui o resto do caminho a vociferar, vezes sem conta, a conclusão a que este vídeo nos faz chegar:
"CÁ SE FAZEM, CÁ SE PAGAM... CAMELO!".
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
FORÇA CAMPEÕES!

Os Jogos Paraolímpicos de Pequim 2008 decorrem até 14 de Setembro e Portugal vibra mais uma vez.
Desta vez, não são uns atletas "quaisquer" que queremos acompanhar, coladinhos aos ecrãs, com uma garrafa de cerveja na mão e o sofá cheio de cascas de amendoins. São uns atletas especiais, porque são mais teimosos, mais persistentes... Porque treinam contra todas as adversidades (deveria ser contra os adversários!), sem condições nem apoios, e sem o reconhecimento dos próprios portugueses que agora se enchem, de repente, de orgulho.
E enquanto estes nossos extraordinários atletas se preparam para mostrar o que valem (e como valem, caramba!!!), os nossos amigos chineses continuam inchados de orgulho (e com razão) pelo magnífico trabalho desenvolvido nestes Jogos Olímpicos. Tenho de admitir que superaram todas as minhas expectativas. E enquanto isso, o Tibete lá está. Esquecido. Espero que o espírito positivo que estes Jogos levaram àquele país possa perdurar no tempo e contribua para levar o governo Chinês a tomar consciência das suas atrocidades e a aceitar definitivamente o conceito de liberdade e os Direitos Humanos...
Pronto, pronto. Ficamos por aqui. Que é de desporto que se trata hoje.
Vamos conhecer a nossa Equipa de Heróis Paraolímpicos:

E vale a pena lembrar
GRANDIOSO, não?!... Esta é a prova real de que deficiência não é incapacidade. E é uma lição brutal para todos nós. Querer é poder. A força que vem de dentro é bem maior que a força física.
Não há limites para o sonho.

Força Campeões!
TODA A INFORMAÇÃO SOBRE OS JOGOS aqui
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sábado, 6 de setembro de 2008
MAS O QUE É ISTO???
Mas que país é este?

Não nos bastavam os cantores pimba que nascem como cogumelos por esse país fora e os machos latinos, de camisa aberta até ao umbigo e cruz de ouro ao peito, cachucho no dedo e unha do mindinho a esticar-se toda para chegar sabe-se lá onde...
Não nos bastavam os pseudo-políticos que nem sabem onde está a nação, mas mantêm o olhar fixo nos inimigos (ou será concorrentes? Afinal disputam todos os mesmos tachos) prontos a arrancar-lhes o escalpe à mínima distracção (qual povo, qual causa comum!)...
Não nos bastavam os comentadores de televisão que encarnaram aquele jogo giro que os putos adoravam há uns anos - o Sabichão! Lembram-se? Seja qual for a pergunta, a resposta lá está, pronta e certeira. "Mai nada"! E o povo lá fica, parado em frente ao écrã, a achar que é estúpido, coitado...
Não nos bastavam aqueles jogadores de futebol que abdicaram de treinar os neurónios para se dedicarem em exclusivo ao treino dos músculos do pescoço para baixo. Porque é que os deixam falar, caramba???... Há honrosas excepções que todos conhecemos e apreciamos, felizmente. Mas são tão poucos.

Já temos coisas tão boas - o Emplastro, que é feito dele? - para que é que precisamos agora duma coisa destas?
JOSÉ CASTELO BRANCO armado em cantor de casa de putas!
Que é isto, meu?
E agora?
Como é que se explica isto às crianças, hein?
- "Mamã, o que é aquilo? É um homem ou uma mulher"
- "hãã...hum... pois, não! Quer dizer, é homem, mas não é!"
- "Mas chama-se José"
- "Pois, meu filho, é homem."
- "Mas tem cara de mulher"
- "Pois, pois tem. E se fosse só a cara!!! Ai... O homem quer ser mulher. E já foi. Mas depois desistiu de ser. Bolas... (baixinho) Como é que eu explico isto, porra?!..."
- "Oh Xiiiico! Anda cá explicar-me isto que a mãe não sabe nada. Aquela coisa é gajo ou gaja?"
- "Aquilo?... No masculino é paneleiro. No feminino é bichona. Na prática é uma merda que anda para aí a gozar com os tugas, que criticam, criticam, mas todos lhe dão atenção. Estúpido é que o gajo não é!"
- "Oh Xico! Francamente! Isso são formas de falar com o teu irmão?" Diz a mãe, reprovadora.
E pronto, precisávamos disto?
NÃÃÃÃOOOO!!!!

Não nos bastavam os cantores pimba que nascem como cogumelos por esse país fora e os machos latinos, de camisa aberta até ao umbigo e cruz de ouro ao peito, cachucho no dedo e unha do mindinho a esticar-se toda para chegar sabe-se lá onde...
Não nos bastavam os pseudo-políticos que nem sabem onde está a nação, mas mantêm o olhar fixo nos inimigos (ou será concorrentes? Afinal disputam todos os mesmos tachos) prontos a arrancar-lhes o escalpe à mínima distracção (qual povo, qual causa comum!)...
Não nos bastavam os comentadores de televisão que encarnaram aquele jogo giro que os putos adoravam há uns anos - o Sabichão! Lembram-se? Seja qual for a pergunta, a resposta lá está, pronta e certeira. "Mai nada"! E o povo lá fica, parado em frente ao écrã, a achar que é estúpido, coitado...
Não nos bastavam aqueles jogadores de futebol que abdicaram de treinar os neurónios para se dedicarem em exclusivo ao treino dos músculos do pescoço para baixo. Porque é que os deixam falar, caramba???... Há honrosas excepções que todos conhecemos e apreciamos, felizmente. Mas são tão poucos.

Já temos coisas tão boas - o Emplastro, que é feito dele? - para que é que precisamos agora duma coisa destas?
JOSÉ CASTELO BRANCO armado em cantor de casa de putas!
Que é isto, meu?

E agora?
Como é que se explica isto às crianças, hein?
- "Mamã, o que é aquilo? É um homem ou uma mulher"
- "hãã...hum... pois, não! Quer dizer, é homem, mas não é!"
- "Mas chama-se José"
- "Pois, meu filho, é homem."
- "Mas tem cara de mulher"
- "Pois, pois tem. E se fosse só a cara!!! Ai... O homem quer ser mulher. E já foi. Mas depois desistiu de ser. Bolas... (baixinho) Como é que eu explico isto, porra?!..."
- "Oh Xiiiico! Anda cá explicar-me isto que a mãe não sabe nada. Aquela coisa é gajo ou gaja?"
- "Aquilo?... No masculino é paneleiro. No feminino é bichona. Na prática é uma merda que anda para aí a gozar com os tugas, que criticam, criticam, mas todos lhe dão atenção. Estúpido é que o gajo não é!"
- "Oh Xico! Francamente! Isso são formas de falar com o teu irmão?" Diz a mãe, reprovadora.
E pronto, precisávamos disto?
NÃÃÃÃOOOO!!!!
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